sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Polícia prende no PR empregada acusada de matar empresária

Uma empregada doméstica acusada de matar a empresária Kátia Bedinger, 48 anos, em Indaiatuba, interior de São Paulo, foi presa pela polícia na quinta-feira, em uma fazenda no Estado do Paraná. De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP), a empregada é suspeita de ter arrumado, na época, a cena do crime para simular um suicídio da vítima. O crime ocorreu em fevereiro deste ano.

Na véspera de Carnaval, dia 20 de fevereiro, Kátia foi encontrada morta no banheiro do apartamento duplex onde morava - no centro de Indaiatuba. O corpo estava pendurado no registro sobre o vaso sanitário, como se a mulher tivesse cometido suicídio. Porém, ela tinha uma costela quebrada e marcas no pescoço, fato que chamou a atenção dos policiais.

Segundo Paulo Afonso Tucci, delegado seccional de Campinas, "estava tudo muito arrumado e até o tapetinho do banheiro estava no lugar", disse.

No local do suposto suicídio, havia também um celular com uma mensagem de despedida. "O texto estava cheio de erros de português, o que não condizia com a condição intelectual da empresária", afirmou Tucci.

A SSP informa que, durante as investigações, conduzidas pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas e Delegacia de Polícia de Indaiatuba, a polícia identificou a empregada da empresária como principal suspeita de ter cometido o crime.

Após três dias de monitoramento, a polícia deteve a acusada nas proximidades de Guairá, no Paraná, na divisa com o Paraguai.

A suspeita será indiciada por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, traição e asfixia - causa da morte comprovada pelo Instituto Médico Legal (IML). Segundo Carlos Donizette de Faria Souza, titular da Delegacia de Polícia de Indaiatuba, "o principal motivo do crime foi a inveja que a empregada sentia da empresária".

Terra.com.br

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Afastado, Cleiton Xavier evita pudim e doce de leite da mãe

O período de um mês longe dos gramados fez Cleiton Xavier mudar os hábitos alimentares. Para evitar as gordurinhas extras no tempo em que realizou o tratamento de uma lesão na coxa direita, o camisa 10 do Palmeiras foi obrigado a cortar algumas sobremesas enviadas por sua mãe direto de Alagoas.

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"Deixei de comer aquele tradicional docinho depois do almoço que tanto gosto. Minha mãe sempre me manda pudim ou doce de leite, mas fui obrigado a me policiar", disse o jogador.

Além dos doces, Cleiton Xavier ainda aumentou a quantidade de verduras e legumes em seu cardápio. Tudo, é claro, sob a supervisão de Patrícia Teixeira, a nutricionista do Palmeiras.

"Às vezes, você come um lanche durante a noite, é até normal porque o atleta gasta fácil no treino do dia seguinte, mas parei com isso também", emenda o camisa 10.

Segundo Cleiton Xavier, as mudanças na alimentação surtiram efeito no encontro com a balança. "Neste período fora dos jogos, ganhei menos de um quilo que acho que já perdi só nesta semana de treino com sol forte", comemora.

Gazeta Esportiva

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Alunos da Faap se dividem sobre briga de aluna com professora

Luísa BritoDo G1, em São Paulo

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A briga entre uma professora e uma aluna em sala de aula do curso de direito da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), uma das faculdades mais caras de São Paulo, foi tema das conversas dos estudantes nesta sexta-feira (27) na instituição. Os alunos se dividem entre críticas e elogios à aluna que tornou pública a confusão. Na quarta-feira (25), a estudante de direito contou ao G1sobre a discussão.

Segundo uma estudante de 21 anos, ela e a professora brigaram na manhã de segunda-feira (23) por causa de um celular. A professora teria pensado que a aluna estava colando por meio do celular durante a aplicação da prova. A docente, segundo relato da estudante, pegou seu celular – blackberry – e começou a mexer no aparelho. A aluna reclamou, tentou pegar o celular da mão da professora e as duas ficaram disputando o aparelho, uma puxando de cada lado, ainda conforme contou a aluna. Na confusão, a garota diz que se desequilibrou e caiu em cima de uma cadeira, machucando o joelho. Ela também afirmou que, durante a disputa pelo aparelho, a professora acabou arranhando seu braço.

A Faap anunciou na quinta-feira (26) ter aberto sindicância administrativa para apurar o caso e disse que não comentaria o fato até a conclusão da sindicância. Em contato com o G1 nesta sexta-feira, a aluna confirmou que havia sido ouvida pela sindicância que apura o fato na quinta e disse que não vai mais se manifestar sobre o caso até que faculdade conclua as apurações.

“Essa professora trata todo mundo mal, ninguém gosta dela. Já fizeram dois abaixo-assinados para ela sair da faculdade”, contou uma estudante de 20 anos, que cursa o quarto semestre, que pediu para não ser identificada por ter medo de represália da faculdade. Ela disse ter assinado os dois abaixo-assinados. “Se ela saísse, eu acharia ótimo. Ela é a única professora que trata mal os alunos”, acrescentou. Segundo ela, no ano passado, essa professora ridicularizou uma aluna por ter ido à aula com um caderno prateado.

“Teve uma vez que a gente apresentou um trabalho e ela deu a entender que o trabalho estava um lixo”, disse outra estudante de 19 anos, também do quarto semestre. De acordo com ela, a professora fala de uma forma que humilha os alunos. “A gente já reclamou dela até para a coordenação do curso, mas não deu em nada”, afirmou.

O estudante de direito Lucas Duarte Machado, de 26 anos, que disse cursar o quinto semestre reclamou da exposição da faculdade na mídia. “Isso denigre a imagem da faculdade, que é uma faculdade de qualidade”, opinou ele. Machado diz que não presenciou a confusão, mas que soube diferentes versões da história, umas favoráveis à estudante e outras à docente. “Ela é uma boa professora, competente. Já tive problemas de nota com ela, mas nunca vi esse tipo de confusão”, disse.

Estudantes do curso de relações internacionais afirmaram que o assunto chegou a ser abordado por uma professora em sala de aula. “Um aluno perguntou e a professora falou sobre o assunto e disse que a professora tem direito de pegar o celular [se está ligado na hora da prova]”, afirmou uma garota de 19 anos do segundo semestre de relações internacionais.

Ela e outras duas colegas de sala, ambas de 18 anos, disseram acreditar que houve um bate-boca entre a estudante e a professora, mas não agressão física. “Na prova vem escrito que o celular tem que ficar desligado e guardado na bolsa”, disse a aluna de 18 anos. Elas preferiram não se identificar.

A estudante que se diz vítima da confusão com a professora afirmou que não estava colando com o celular e só deixou ele ao seu lado porque os pais moram em Brasília e poderiam precisar falar com ela urgentemente. Procurado pelo G1, o diretório acadêmico do curso de direito diz que não se pronunciaria sobre o caso. Questionada sobre os abaixo-assinados contra a professora, a Faap não respondeu até a publicação desta reportagem.

Globo.com


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Confira as estreias de 27/11/2009

ATENÇÃO: As críticas a seguir são baseadas no julgamento da equipe de jornalistas do G1 e das agências de notícias parceiras do portal.

Consulte salas e horários em SP

Consulte salas e horários no Rio

JULIE & JULIA

(Idem)

EUA, 2009 / Drama
Direção: Nora Ephron

Elenco: Amy Adams, Meryl Streep, Chris Messina.

Crítica - Um blog que virou livro; um livro que virou filme. Estreia nesta sexta-feira (27) nos cinemas brasileiros “Julie & Julia”, longa adaptado e dirigido por Nora Ephron (de ‘Sintonia de amor’ e ‘A feiticeira'), baseado no livro homônimo da americana Julie Powell. O filme conduz a história das duas com um enredo doce, muitas vezes cômico, e uma visão extremamente feminina. Sim, é filme “mulherzinha”, como os homens adoram definir. E é adorável. (Débora Miranda, do G1)

PLANETA 51

(Planet 51)

Espanha/Reino Unido, 2009 / Animação

Direção: Javier Abad e Marcos Martinez

Elenco: Dwayne Johnson, Seann William Scott, Jessica Biel.

Crítica - O Planeta 51 parece a Terra dos anos de 1950. Com suas casinhas elegantes e eletrodomésticos combinando, os habitantes usam a moda daquela época e seriam iguais a nós, não fosse o fato de serem verdes e terem anteninhas em suas cabeças. Ou seja, são alienígenas. Ou melhor, nós somos alienígenas, na visão deles. Como nos Estados Unidos dos anos de 1950, o Planeta 51 vive em constante estado de alerta, medo de uma invasão de seres de outro mundo que iriam destruir a tudo e todos. Assim, a animação subverte os clichês do gênero, transformando os terráqueos em invasores. (Alysson Oliveira, do Cineweb)

DO COMEÇO AO FIM

(Idem)

Brasil, 2009 / Drama

Direção: Aluízio Abranches

Elenco: Rafael Cardoso, João Gabriel Vasconcellos, Júlia Lemmertz.

Crítica - Desde quando suas primeiras imagens caíram na internet, em maio passado, o longa brasileiro "Do começo ao fim" tem despertado polêmica e paixão -- quase nas mesmas proporções. "Do começo ao fim" é um filme sem questionamentos, praticamente um exercício para causar polêmica. A história, roteirizada pelo diretor, é sobre dois meio-irmãos, filhos da mesma mãe, mas de pais diferentes, que se apaixonam e se envolvem sexualmente. (Alysson Oliveira, do Cineweb)

ENTRE A LUZ E A SOMBRA
(Idem)
Brasil, 2009 / documentário
Direção: Luciana Burlamaqui

Crítica - Primeiro longa da jornalista Luciana Burlamaqui, o documentário "Entre a luz e a sombra" revisita a questão carcerária no Brasil por um novo ângulo. O filme focaliza o trabalho da atriz Sophia Bisilliat como voluntária social em presídios como o Carandiru, em São Paulo, e a relação que se formou entre ela e dois detentos que se tornaram uma famosa dupla de rappers - a 509-E, formada por Dexter e Afro-X. Evitando julgar os personagens, o documentário tem no depoimento do juiz Octávio de Barros Filho um de seus pontos altos. (Neusa Barbosa, do Cineweb)
CIDADÃO BOILESEN
(Idem)
Brasil, 2009 / documentário
Direção: Chaim Litewski

Crítica - Quem foi Henning Albert Boilesen? A resposta curta: um empresário dinamarquês radicado no Brasil, que se envolveu com o governo militar. Para uma resposta mais longa e bastante aprofundada, pode-se assistir ao documentário "Cidadão Boilesen". O filme é um projeto pessoal do diretor, Chaim Litewski, que ao longo de mais de 15 anos colheu depoimentos, pesquisou arquivos de jornais e televisão e compôs um panorama de um personagem que a história recente do Brasil parece querer esquecer. (Alysson Oliveira, do Cineweb)

Globo.com

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AC/DC faz show único em São Paulo nesta sexta - confira repertório

Do G1, em São Paulo

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Ampliar FotoFoto: Reuters

A banda AC/DC, que faz show em São Paulo nesta sexta-feira. (Foto: Reuters)

Treze anos depois de sua última passagem pelo Brasil, a banda AC/DC traz
seu hard rock de altíssima voltagem a São Paulo em show único marcado para
a noite desta sexta-feira (27) no estádio do Morumbi.

Os cerca de 65 mil
ingressos para todos os setores já estão esgotados.

Globo Rádio: ouça uma seleção com sucessos do AC/DC

Fundado pelos irmãos escoceses Angus e Malcom Young em 1973, na Austrália,
o grupo toca no Brasil com a sua formação mais conhecida, que inclui Cliff
Williams no baixo, Phil Rudd na bateria e Brian Johnson, que assumiu os
vocais em 1980 logo após a morte do lendário Bon Scott.

O repertório da apresentação, marcada para começar às 21h30 logo após a
abertura de Nasi e Andreas Kisser, deve ser praticamente o mesmo dos shows
que o AC/DC vem fazendo desde outubro de 2008, início da turnê do álbum
"Black ice", 15º e mais recente trabalho de estúdio da banda. Um dos
discos mais vendidos em todo o mundo no ano passado, "Black ice" preserva
a sonoridade direta e os riffs grudentos que fizeram a fama dos irmãos
Young, tendo como carro-chefe a faixa "Rock'n roll train".

As músicas novas serão intercaladas com hits dos álbuns fundamentais do
AC/DC: "Back in black" (1980) - primeiro da banda já com Johnson como
cantor -, "Highway to hell" (1979) e "Let there be rock" (1977). Veja a
lista completa das canções no final deste texto (atenção, spoiler!).

Conhecidos pelo som muito alto e pela cenografia caprichada - quem os viu

por aqui em 1996 não se esquece da boneca inflável gigante que enfeitava o
palco -, os roqueiros prometem montar uma estrutura de 78 metros de área,
formada por seis toneladas de equipamentos.

Depois da apresentação no Brasil, a banda segue para a Argentina onde deve
fazer mais três shows lotados no estádio do River Plate, em Buenos Aires.

Em seu site oficial, o www.acdc.com, os músicos deixaram um recado para
que os fãs que forem aos shows enviem seus registros. "A todos os
roqueiros da América do Sul, vistam seus chifres de diabo, tragam as
câmeras, nós queremos algumas fotos das festividades."

Confira a seguir o provável repertório do show do AC/DC no Morumbi.

1. "Rock'n roll train" - de "Black ice" (2008)
2. "Hell ain't a bad place to Be"- de "Let there be rock" (1977)
3. "Back in black" - de "Back in black" (1980)
4. "Big Jack" - de "Black ice" (2008)
5. "Dirty deeds done dirt cheap" - de "Dirty deeds done dirt cheap" (1976)
6. "Shot down in flames" - de "Highway to hell" (1979)
7. "Thunderstruck" - de "The razor's edge" (1990)
8. "Black ice" - de "Black ice" (2008)
9. "The Jack" - de "T.N.T." (1975)
10. "Hells bells" - de "Back in black" (1980)
11. "Shoot to thrill" - de "Back in black" (1980)
12. "War machine" - de "Black ice" (2008)
13. "Dog eat dog" - de "Let there be rock" (1977)
14. "You shook me all night long" - de "Back in black" (1980)
15. "T.N.T." - de "T.N.T." (1975)
16. "Whole lotta Rosie" - de "Let there be rock" (1977)
17. "Let there be rock" - de "Let there be rock" (1977)

BIS

18. "Highway to hell" - de "Highway to hell" (1979)
19. "For those about to rock (We salute you)" - de "For those about to
rock" (1981)

Foto: Divulgação

Mapa do Estádio do Morumbi, em São Paulo, para o show do AC/DC. (Foto: Divulgação)

AC/DC - Black Ice World Tour

Quando: 27 de novembro (sexta), às 21h30

Onde: Estádio do Morumbi, Pça. Roberto Gomes Pedrosa - São Paulo

Quanto: R$ 150 a R$ 300

Capacidade: 65 mil lugares

Duração: aproximadamente 2h30
Informações: www.showacdc.com.br

Classificação etária: não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos a 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 16 anos: permitida a entrada (desacompanhados)

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